
O Aterro Sanitário é um projeto de Engenharia Ambiental, considerado a melhor forma de disposição final de resíduos sólidos. Diferente dos lixões onde não há nenhum controle ambiental, nos aterros diversas ações são realizadas visando à preservação do solo, água e ar, utilizando técnicas eficientes e trabalhando de forma responsável. Durante o processo de decomposição dos materiais, o aterro funciona como um reator biológico, onde as saídas (resultantes da decomposição) são os gases e percolado (chorume). O resultado desse processo pode gerar interferências ambientais negativas, como risco de contaminação do solo e a água, poluição do ar, emissão de odores e aumento do efeito estufa da atmosfera.
Por essa razão é necessário que um aterro sanitário seja planejado e opere de forma adequada, através de estruturas e procedimentos que garantam a proteção ao meio ambiente.
No Brasil, aterros sanitários devem seguir a Norma NBR 13.896/97 – Critérios para projeto, implantação e operação de aterros de resíduos não perigosos, onde é estabelecida uma série de condições para que o ocorra o menor impacto possível e que maximize os benefícios para a população.
1. PREPARAÇÃO DO SOLO
2. COMPACTAÇÃO DO LIXO
3. CAMADA DE TERRA SOB LIXO COMPACTADO
4. DRENAGEM DO CHORUME
5. LAGOA DE CHORUME
6. DRENAGEM DOS GASES E QUEIMA
O QUE É CHORUME
Chorume é uma substância líquida resultante do processo de decomposição da matéria orgânica. Devido suas características químicas, se não for tratado adequadamente pode representar um risco de contaminação ambiental
GASES PRODUZIDOS
Além do chorume, a decomposição do lixo gera diferentes tipos de gases, alguns em grandes quantidades e outros em quantidades menores. Os gases presentes nos aterros de resíduos incluem o metano (CH4), dióxido de carbono (CO2), entre outros.

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