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Nossa História

O projeto de criação do Aterro Sanitário da Região Metropolitana de Natal surgiu como a solução para o grave problema de tratamento e destinação final dos Resíduos Sólidos Urbanos dos municípios da Região Metropolitana de Natal.

 

O aterro sanitário é um projeto de engenharia ambiental, como uma série de procedimentos e estruturas que garantam preventivamente a proteção do meio ambiente, minimizem ou até mesmo eliminem os impactos considerados mais significativos, mas que são inerentes ao processo de disposição final de resíduos.

 

A escolha do local de instalação do aterro sanitário da Braseco foi bastante criteriosa, de forma que pudesse cumprir as exigências normativas e critérios contratuais, e atender amplamente o maior número de municípios e outros clientes da região. O empreendimento ocupa uma área total de 90 ha, sendo 60 ha destinados à descarga de resíduos sólidos e semi-sólidos Classe II (conforme NBR-10004/04). O dimensionamento de projeto é para o recebimento de 1.300 toneladas de resíduos por dia.

 

O desenvolvimento do Projeto Executivo da obra se fundamentou essencialmente em critérios de engenharia e normas específicas operacionais de Aterros Sanitários, com o objetivo de minimizar os impactos ambientais causados pela disposição inadequada dos resíduos da região, revertendo o quadro dos lixões e/ou aterros controlados municipais, localizados nas Cidades de Natal e Ceará-Mirim, extensiva a toda a área metropolitana.

 

O Aterro Sanitário da Braseco está em operação desde o dia 24 de junho de 2004, licenciado pelo órgão estadual de meio ambiente – IDEMA – RN, através da Licença de Operação n0 380/04, e tem uma previsão de funcionamento de 25 anos. Anualmente é feita a renovação da Licença de Operação junto ao órgão.

 

O Aterro Sanitário da BRASECO S/A, além de resolver à problemática do Município do Natal, serve também, para a destinação final de todo o lixo produzido na sua área metropolitana, na medida em que os municípios vizinhos vêm aderindo ao sistema, constituindo-se numa solução para as localidades de interesse turístico, que geralmente realizam uma disposição inadequada de resíduos sólidos, comprometendo a saúde pública e o meio ambiente. Atualmente alguns municípios mais distantes, fora da região metropolitana, também estão destinando seus resíduos ao aterro sanitário, bem como grandes geradores particulares.